O CONSELHO REGIONAL DE CONTABILIDADE

CRC é uma Entidade criada pelo Decreto-lei 9.295/46. Como Órgão Regional, é subordinado ao Conselho Federal de Contabilidade e sua jurisdição abrange todo o Estado do Ri ode Janeiro.

A finalidade maior do CRC é fiscalizar o exercício da profissão de Contabilista, assim entendendo-se os profissionais habilitados como Contadores e Técnicos em Contabilidade. Portanto, para os Contabilistas e os Escritórios contábeis exercerem suas atividades profissionais deverão ser registrados no CRC.

A Fiscalização do CRC é, por natureza, preventiva. Busca divulgar as normas e princípios que regem o exercício da profissão contábil, fiscalizando o cumprimento dos mesmos, e disciplina o relacionamento do profissional com o CRC e terceiros. Assim, a fiscalização abrange, de um lado, os aspectos preventivo ou de orientação e, de outro, o aspecto punitivo que objetiva levantar as irregularidades ocorridas e aplicar as devidas sanções, buscando, desta forma, o aprimoramento do exercício profissional.
Ajude a fortalecer o seu CRC, mantendo-se em situação regular e denunciando as irregularidades que sejam de seu conhecimento.

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ORIGEM DA PROFISSÃO DE CONTADOR

As origens primitivas do conhecimento contábil remontam ao início da vida organizada do homem, ou seja, há mais de 30 mil anos.

Provas arqueológicas denunciam as contas da pré-história, descobertas na gruta de Dáurignac no departamento do Haute, ao sul da França. Registros idênticos também foram encontrados no Brasil, no município de Raimundo Nonato, no Piauí.

Em 1494, Luca Pacioli publica, em Veneza, a Summa de Aritimética Geometria, Proportioni et Proporgionalitá, na qual se distingue, para a história da Contabilidade, o Tractatus de Computis et scripturis, marco básico na evolução da Contabilidade. Nesse tratado, talvez pela primeira vez, o método contábil é explicado integralmente a partir do inventário.

Em 1891, Fábio Besta inicia a era do controle. Besta foi o primeiro e é o maior contador moderno. Ele desenvolve a teoria materialística das contas. Juntamente com Pacioli, é o maior vulto da Contabilidade. A partir de 1920, inicia-se a fase de predominância americana dentro da Contabilidade, também auxiliada pelo poderio econômico e político da grande nação.

A Escola de Comércio do Rio de Janeiro foi a primeira escola de Contabilidade no Brasil reconhecida pelo decreto 1.339 de 09/01/1905 e dava ao aluno concluinte o diploma de guarda-livros e perito judicial. O decreto nº 8.191 de 20/11/1945 muda a denominação de guarda-livros para Técnico em Contabilidade. O primeiro curso superior em Ciências Contábeis foi criado pelo decreto nº 7.988 de 22/09/1945.

O Decreto-lei 9.295 de 27/05/1946 criou o Conselho Federal de Contabilidade, os Conselhos Regionais de Contabilidade, com a finalidade de habilitar e fiscalizar o exercício da profissão contábil, e definiu as atribuições de Contador e de Técnico em Contabilidade.

A Resolução do CFC nº 290/70, de quatro de setembro aprova o Código de Ética Profissional, alterado pela Resolução CFC nº 803/96, de dez de outubro, dispõe sobre a ética profissional do contabilista.

A Resolução do CFC nº 560 de 28/09/83 dispõe sobre as prerrogativas profissionais do contabilista, de que trata o artigo 25 do Decreto-Lei 9295/46.

Joaquim Scarpin – contador, professor e coordenador do curso de Ciências Contábeis da Unopar. Extraído do Mensário Brasileiro de Contabilidade - Edição de maio/junho de 98.

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DIA DO CONTABILISTA - 25 DE ABRIL

"Os profissionais da contabilidade do início do século XX, já sentiam a necessidade de se organizarem para colocar a contabilidade no seu verdadeiro pedestal; deixando o então guarda-livros para atender exigências mais técnicas de nosso primeiro Código Comercial Brasileiro, de 25/06/1850. "


Em 1916, o senador João Lyra Tavares já defendia no Senado a conveniência de se regularizar o exercício da profissão, acentuando a merecida e geral confiança nos profissionais da contabilidade, e foi ele que, em 25/04/1926, no Hotel Términus, em São Paulo, num memorável almoço, agradecendo as homenagens que lhe prestavam os contabilistas daquele Estado afirmou a certa altura: “Trabalhemos, pois, tão convencidos de nosso triunfo, que desde já consideramos 25 de abril, o dia dos Contabilistas Brasileiros”. Estava instituído o “Dia do Contabilista”, não por decreto, mas por afirmação da vontade de um homem, que os seus colegas transformaram em realidade.


Mesmo com toda a luta do senador João Lyra Tavares, de Carlos de Carvalho e tantos outros profissionais que engrandeceram a classe, a regulamentação do ensino comercial no Brasil só ocorreu em 30/06/1931, com o advento do Decreto n° 20.158. Todavia, o dia mais marcante para a classe contábil foi o da assinatura da Lei n° 9295/46, quando a classe assumiu a sua maioridade."

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A NOVA LOGOMARCA DO CRCRJ (2010)

Símbolo da nova fase do Conselho Regional de Contabilidade do Estado do Rio de Janeiro (CRCRJ), a nova logomarca da entidade é semelhante à atualmente utilizada na logomarca do Conselho Federal de Contabilidade (CFC) e adotada por diversos outros conselhos regionais. Essa inspiração tem por finalidade unificar as logos do sistema CRC e mostrar a coesão da classe em todo o país e representa a importância do trabalho dos profissionais contábeis para o desenvolvimento nacional. Apesar de inovadora na forma, a nova marca não abandona a tradição de 64 anos da entidade.

Entre os novos elementos que compõem o símbolo, está a engrenagem, que representa não só a força dos profissionais contábeis, mas a relação com outras profissões e áreas do saber. A ideia de que os contabilistas fazem parte de um grande motor reforça o compromisso da categoria em contribuir com o desenvolvimento do país.

O caduceu, além de símbolo da profissão contábil, também representa o deus Mercúrio, protetor do comércio, da paz e da prosperidade. As cores usadas na antiga logomarca do CRCRJ foram mantidas e os tons adequados à nova identidade visual. A cor azul representa o Estado do Rio de Janeiro, e o vermelho, por sua vez, significa a força e o dinamismo presentes na contabilidade. O branco é usado para suavizar a marca, assim com a tipografia escolhida.

Baixe o Manual de Identidade da Logomarca: clique aqui.

 

O CRC-RJ, conforme noticiado no editorial da edição nº 93 da Tribuna do Contabilista, buscou uma cara mais moderna para o órgão e seus veículos, levando em conta o ineditismo como força de ser um diferencial e a imagem pública. Através de um estudo de marketing foram elaboradas as novas logomarcas cujos significados divulgamos a seguir.

Inicialmente, é necessário observar uma marca sob 4 aspectos:

1º - Nome - dentro do conjunto visual deve falar “de cara" o que faz (CRC-RJ), deixando que a segunda assinatura elucide a curiosidade (Conselho Regional de Contabilidade).

2º - Grafia - a forma como é escrita (logomarca). Esta deve ter a facilidade de leitura e visualização, que são coisas diferentes. Existem logomarcas que são facilmente vistas e muitos não conseguem ler rapidamente o que nela está escrito. Logo, temos que observar o seguinte: não adianta ter uma marca cheia de elementos gráficos (muito elaborada graficamente) e de péssima legibilidade.

3º - Som - muito pouco observado na feitura de uma logomarca, o som é um fator preponderante na memorização. Muitas são as vezes em que somente escutando o som de uma marca rapidamente associamos mentalmente sua imagem. Logo, é importante, na escolha de uma logomarca, reproduzir várias vezes, para nós mesmos, o som que ela faz, simulando um atendimento telefônico, por exemplo. No caso específico, felizmente, o som “CRC” já foi difundido amplamente.

4º - Formas de Aplicações - uma logomarca tem que funcionar (ser efetiva nos três aspectos acima) em uma cor, em duas cores, três cores e quatro cores. Afinal, hoje em dia, precisamos aplicá-la nos mais variados meios de comunicação: em jornal (colorido ou não) revistas, out-door, placa de esquina, rádio, TV, Internet e o que mais tem por aí, e outros que ainda não inventaram.

     CRC-RJ - A logomarca do Conselho busca passar a idéia subliminar do envolvimento das atividades do CRC-RJ dentro de um mundo em plena mudança. Do CRC, surgem as forças e ações (representadas pelas setas) que lideram e estão na vanguarda  destas mudanças. O semi círculo branco representa toda a classe contábil que recebe e vive as ações das setas. O anel do planeta mostra o movimento e o envolvimento com o que acontece ao redor de tudo que se faz. As cores predominantes escolhidas (azul e vermelho) representam as cores do Estado do Rio de Janeiro, além de serem de grande agrado popular.
     A Tribuna do Contabilista - A logomarca do Jornal do CRC-RJ manteve a predominância das cores da logomarca do Conselho por ser (o jornal) o veículo de maior circulação do órgão e ser um dos principais elos de ligação com a classe. As fontes (tipos de letra) utilizadas no jornal são sóbrias, mas de desenho moderno, mescladas sobre fundo ciano claro. Ao lado esquerdo da composição da logo está um ícone que é o resultado da ação de folhear um jornal, que foi aplicado como fundo afim de marcar a visualização do leitor de maneira discreta em todas as páginas.
     Revista Pensar Contábil – Sendo um veículo de comunicação institucional que visa a publicação de trabalhos dentro da área de contabilidade, buscou-se, em sua concepção, não interferir com muitos elementos gráficos para deixar o leitor concentrar-se nos textos. Tendo sido idealizada colorida, a logomarca ocupa destaque em sua capa no canto superior esquerdo, deixando o restante para utilização de imagem “sangrada” (ocupa todo o espaço) para chamada da matéria principal. As cores da logomarca foram escolhidas de acordo com a seguinte associação baseada em estudo técnico: verde-pensamento/dourado-nobreza/vermelho-movimento. As fontes (tipos de letra) tem desenho moderno e foram mescladas sobre fundo verde claro. Este ícone, seguido da logo, foi aplicado como fundo afim de reforçar a visualização do leitor de maneira discreta em todas as páginas.
     Jornal Nota 10 – Por ser um veículo de comunicação institucional, que visa o público de estudantes de contabilidade, mais jovem em sua maioria, buscou-se uma concepção mais povoada de elementos gráficos, para, de maneira subliminar, criar um clima despojado. O nome do jornal foi escolhido dentre todos os nomes sugeridos pelos estudantes. A logomarca, idealizada colorida, busca a associação do nome (Nota 10) com um grafismo de uma nota aplicada a uma prova. A irregularidade de sua forma também é proposital para acentuar um clima de despojamento. As cores (azul-ciano/mostarda/vermelho) são vibrantes, procurando não competir entre elas. As fontes (tipos de letra) foram desenhadas buscando a irregularidade.  

 

 
   

 

 O CADUCEU

O Símbolo da Profissão Contábil

        O CADUCEU, que nada mais é do que um bastão (poder), entrelaçado com duas serpentes (sabedoria), tendo na parte superior duas pequenas asas (diligências) e um elmo alado (pensamentos elevados), é um dos atributos do Deus Mercúrio (Hermes), protetor do Comércio, emblema da paz e da prosperidade.

        Portanto, o Caduceu significa a capacidade, a inteligência e a astúcia, e compreende-se por que é usado como símbolo da profissão contábil, uma vez que: o bastão representa o poder de quem conhece a Ciência Contábil; as serpentes simbolizam a sabedoria, isto é, o quanto se deve estudar antes de agir, para escolher o caminho correto; as asas, figuram a diligência, ou seja, a presteza, a solicitude, a dedicação e o cuidado ao exercer a profissão; o elmo, que é uma peça de armadura antiga que cobria a cabeça, tem significado de proteção contra pensamentos baixos que levam a ações desonestas.

 

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     O ANEL DO CONTABILISTA

     Característica do Anel do Contabilista

     Pedra turmalina rosa clara, ladeada de diamantes, tendo no aro, de um lado,         caduceu de mercúrio e, de outro lado, tábua com a legenda "LEX".

     O Conselho Federal de Contabilidade, ao adotar como recomendável o uso da pedra rosada para o anel, prendeu-se às origens, fato que entendeu-se compatível com o que é simbólico, pois, em realidade, as cores, as figuras, como associação de fatos, estão todas atadas a uma tradição.

 

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        O JURAMENTO

     Juro no exercício da profissão de Contador/Técnico em Contabilidade me ater mais à consciência do que ao lucro, mais aos fins do que aos meios, mais ao ser do que ao ter, para dignificar o homem na sua expressão mais universal, acima das raças, crenças e ideologias, na comunhão do mesmo destino e da mesma realização, trabalhando pelo progresso econômico e social do país, com lealdade e honestidade.

 
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